ITAMONTE!
Deslumbrante por natureza!!!
Localizado no alto da Serra da Mantiqueira – A Serra que Chora, este pequeno Município já é considerado uma das 7 maravilhas de Minas. E não é para menos. Itamonte é um dos únicos municípios do Brasil privilegiado por ter grande parte de seu território preservado. Isso devido à presença dos Parques: Nacional do Itatiaia, Estadual Serra do Papagaio e pela APA (Área de Preservação Ambiental) Serra da Mantiqueira. Além disso, integra o Circuito Turístico Terras Altas da Mantiqueira e faz parte do Caminho Velho da Estrada Real.
A topografia varia entre 900 e 2.791 metros de altitude. O município possui clima tropical de altitude, com invernos rigorosos (temperatura de até 5º graus negativos) e verões amenos (atingindo até 25º positivos). Um clima excelente para a prática de esportes e o restabelecimento do corpo e da alma.
Itamonte é hospitaleira como toda boa casa mineira. Existem diversas opções de hospedagem para quem vem nos visitar, de hotéis de luxo a aconchegantes pousadas. A cozinha, além da típica culinária mineira, tem em seu cardápio a truta e o pinhão como diferenciais. Ninguém resiste a produtos como: queijos, lingüiça, truta defumada, compotas, geléias, frutas secas, café... Todos produzidos com alta qualidade no município. O artesanato é diversificado, tanto em sua técnica como no material utilizado (lã,cipó, palha de milho, palha de taboa, retalhos, bambu, sementes, madeiras rústicas e outros) e possui peculiaridades que valorizam a cultura Itamontense.
Escalada, rapel, acqua ride, canoagem, rapel em cachoeira, tirolesa, cavalgadas, ciclismo de montanha, arborismo infantil, vôo livre (asa delta e parapente), passeios 4x4, pesca esportiva, caminhadas e travessias são opções de lazer que esta terra proporciona tanto no verão quanto no inverno.
Conheça mais sobre nossa história.
ESTRADA REAL
Itamonte no caminho certo da Estrada Real!
Caminhos da Estrada Real:
A abertura de diversos caminhos em direção ao interior das Minas, por onde circulavam o ouro extraído da região e as mercadorias que a abasteciam, deu origem á Estrada Real. Essas vias que permeavam o Brasil a partir dos séculos XVII e XVIII surgiram em momentos diferentes e foram palco de fatos determinantes para a história brasileira.
Nessa época, era do interesse da Coroa Portuguesa a ligação destes caminhos de modo a torná-los oficiais, garantindo mais rapidez no abastecimento e escoamento da produção de minérios e possibilitando uma melhor fiscalização das riquezas extraídas e evitar o contrabando. Por esse motivo, registros de controle foram instalados em locais estratégicos, consolidando três grandes eixos de deslocamento no período colonial. Assim surgiram o Caminho Velho, entre Paraty e Ouro Preto; o caminho Novo, entre o Rio de Janeiro e Ouro Preto e o Caminho dos Diamantes, de Ouro Preto a Diamantina.
Caminho Velho da Estrada Real - De Paraty a Ouro Preto
O Município de Itamonte abre uma das portas de entrada para o Sul das Gerais justo na Garganta do Registro (divisa Resende/Rio de Janeiro e Itamonte/Minas Gerais). Entrada essa que serviu de passagem para aventureiros e inclusive para a Princesa Isabel e o Conde D´E a seu passo a Caxambu em busca das “Aguas Milagrosas” que viriam a servir de tratamento para a esterilidade.
No outro lado Itamonte fazendo divisa com os Municípios de Itanhandu e Passa Quatro, encontra-se outro Registro o do Embaú para registrar o escoamento e ouro deste Caminho Velho.
Região de entrada dos Bandeirantes desbravadores, em meados do século XVI, é agora a porta de entrada para o turismo em Minas, pelo Caminho Velho da Estrada Real. Somos originários deste evento de nossa história, intitulado “o Ciclo do Ouro”. Itamonte, Passa Quatro, Itanhandu, São Sebastião do Rio Verde e Pouso Alto estão no eixo demarcado por totens, para caminhadas, cavalgadas ou andar de bicicleta.

A Serra da Mantiqueira com seus grandes maciços como a Serra Fina, com seu cume na Pedra da Mina; o Planalto do Parque Nacional de Itatiaia, com os principais atrativos: Agulhas Negras e Prateleiras; os Picos dos Marins e Itaguaré; os Picos do Papagaio e de Santo Agostinho no Parque Estadual Serra do Papagaio são redutos tradicionais desbravados por aventureiros e naturalistas e hoje em dia por montanhistas.
Conhecer as pequenas cidades próximas umas das outras, interligadas por asfalto e inúmeras e lindas estradas rurais, com belas paisagens é uma excelente opção.
A colonização inicial e a emigração européia do século passado deixaram uma marca diferenciada e eclética na arquitetura, em todas as nossas cidades. Casarões em estilo italiano, português ou francês, foram e continuam sendo tombados, para manter o patrimônio cultural que nos foi relegado.
Ao visitar nossas cidades, é possível se integrar com a natureza, viajar no tempo e desfrutar do conforto e das novidades da vida moderna, tudo temperado pela tradicional hospitalidade mineira.
COMO CHEGAR
São Paulo - Via Dutra até saída em Cachoeira Paulista ou Cruzeiro - BR 116/MG-158 até o Trevo de Capivari - BR 354 a direita até Itamonte.
Rio de Janeiro - Via Dutra até saída 330 A - Engenheiro Passos - BR 354 até Itamonte.
Belo Horizonte - Rodovia BR 381 - Fernão Dias até saída - Campanha - Rodovia BR 267 - Vital Brasil até Caxambu, depois BR 354 até Itamonte.

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